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O setor do agronegócio é de grande importância para a economia brasileira. Representa 26,6% do PIB do país, segundo dados de 2020 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Em 2020, avançou 24,31% em relação a 2019.

Em valores monetários, o PIB totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020. E o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões. Nesse contexto, cabe acrescentar que há, no Brasil, 1.125 Agritechs. Do total das exportações brasileiras, 48% correspondem à parcela do agro. Soma 17,3 milhões o número de pessoas ocupadas no agro.

No entanto, apesar da expansão, ainda é um setor carente de novas tecnologias. Além disso, a Covid-19 desencadeou uma crise em toda a economia. E o mercado do agronegócio tem sofrido movimentações de grandes proporções.

NovoAgro Ventures surge nesse cenário e foi lançada em 14 de Maio de 2020. Trata-se de um fundo de investimentos baseado no modelo Venture Builder do setor de agronegócios. É o primeiro do Brasil que seleciona inovações aplicadas e startups. Investe em empreendedores apaixonados pelo propósito do negócio com foco na geração de valor para o mercado.

“O Sistema FAEMG/SENAR/INAES mapeou as dores dos produtores rurais e agroindústrias e buscamos empresas de tecnologia (startups) com soluções que resolvam esses desafios. Selecionamos empresas de tecnologia, validamos o negócio na rede de produtores e agroindústrias e preparamos o processo de tração para impulsionar os resultados. Junto com a NovoAgro Ventures podemos promover um desenvolvimento sustentável dessas startups, dentro do processo de inovação para o agronegócio”, conta Silvana Novais, superintendente do Instituo Antônio Ernesto de Salvo (INAES) e presidente do Conselho da NovoAgro.

Iniciativa é uma parceria entre o Sistema FAEMG/SENAR/INAES (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais), que possui mais de 400 mil produtores associados, e a FCJ Venture Builder, maior rede de Venture Builder da América Latina.

Inovação e engajamento

“Nosso objetivo é incentivar startups que busquem soluções para o setor. Precisamos de ideias inovadoras e empreendedores engajados. E, com isso, fazer com que o agronegócio cresça ainda mais e de forma sustentável”, explica Léo Dias, CEO da NovoAgro Ventures. “A revolução começa com uma pequena semente”, complementa.

Léo Dias acrescenta que o Sistema FAEMG já mapeou várias necessidades do agro. “Agora, nosso foco é investir em empresas que têm soluções tecnológicas que resolvam essas questões de forma escalável, pois muitas das necessidades são comuns à maioria dos produtores”, diz.

Vale lembrar que, ainda mais nesse período de crise, a produção agropecuária não pode parar. “Agropecuária e logística são essenciais na manutenção dos supermercados abastecidos. Seguram a falta de suprimentos na pandemia. E nesse processo, tecnologias e inovação são indispensáveis à busca de soluções para o momento”, afirma Léo Dias.

O projeto procura soluções como softwares para o setor; iniciativas voltadas para a criação de alternativas energéticas; aproveitamento de resíduos; controle ambiental; monitoramento e comercialização; biotecnologia e sementes.

Funcionamento

A NovoAgro Ventures oferece, às startups selecionadas, conexão entre os diferentes parceiros e entidades do agronegócio para potencializar a entrada no mercado (go-to-market). E conexão com fundos de investimento; rodadas de negócios; mentorias; campanhas de marketing com força de vendas; facilidade para entrada em programas de incentivo e ampla exposição de mídia.

Paulo Justino, fundador da FCJ Venture Builder, explica que esse modelo de licenciamento constitui alternativa de aproximação das grandes empresas com as startups, em complemento aos modelos tradicionais de incubação e aceleração.

“Prepara-se as startups para o investimento dos fundos de venture capital. Para isso, são desenvolvidos alguns pontos chave: planejamento e visão de curto, médio e longo prazo; portfólio gerenciado; e modelo de governança corporativa de uma holding”, assegura Paulo Justino.

Força do Sistema FAEMG/SENAR/INAES

Roberto Simões é o presidente do Sistema FAEMG, a maior federação da agricultura e pecuária do país. Segundo ele, “os desafios no agronegócio são grandes e estamos trabalhando com ações para atender essa necessidade, levando inovação e tecnologia para o campo. Por isso, entendemos a importância de nos tornarmos parceiros da FCJ, que já é reconhecida nacional e internacionalmente.”, comenta Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG/SENAR/INAES.

Startups do portfólio da NovoAgro

Agrorigem

A Agrorigem conecta produtores e compradores de cafés especiais, por meio de tecnologia, com o objetivo de oferecer os melhores cafés produzidos no Brasil para todo o mundo.

Fundamenta-se em transparência, origem, história e sustentabilidade social. Proporciona mais lucro para os produtores rurais e garantia de qualidade para os compradores.

Verde Drone

A Verde Drone é uma plataforma digital que conecta pilotos de drones, agrônomos e empresas do agronegócio. Muitos produtores rurais demandam por soluções de drones.

Viabiliza pulverização e mapeamento em propriedades de regiões montanhosas. A Verde Drone gerencia toda a entrega dos serviços, na ponta, para os produtores rurais.

BTracer

A plataforma Btracer é uma combinação de WEB + Aplicativo + Analytics + Big Data + Blockchain. Por meio dela, a indústria pode garantir autenticidade e imutabilidade de Informações precisas sobre os produtos.

 Ou seja: origem, dados do fabricante, de validade do produto, entre outros. Com isso, mais transparência ao processo, redução de fraudes e economia nos controles. Custo muito baixo, em função da tecnologia blockchain.

Flowins

A Flowins dispõe de um software de rastreabilidade, laudos e relatórios da a produção de café. Traz, em formato simples e intuitivo, um sistema que permite rastrear tudo o que acontece na colheita e pós-colheita.

 Garante que os produtores tenham domínio da qualidade do café e possam replicar as boas práticas em todas as safras. Aprendem com os erros e melhoram sempre a qualidade de seus cafés. A Flowins conecta produtores e compradores.

Comprador Moderno

A Comprador Moderno desenvolveu uma plataforma capaz de reunir a demanda de diversos produtores, consolidada em grande quantidade. Com isso, viabiliza negociações melhores com fornecedores.

Objetivo é garantir redução do custo dos insumos e outros itens de necessidade, melhoria no prazo de pagamento e acesso a fornecedores com mais qualidade. Tudo isso feito por meio da plataforma da Comprador Moderno.

Reflexões do CEO Léo Dias, da NovoAgro

“O papel da NovoAgro Ventures é reunir o que há de informação que contribua com o ganho de produtividade, com a sustentabilidade da cadeia e com a aproximação do produtor de ferramentas tecnológicas. Objetivo: redução de custo, aumento da produtividade. Isso empodera o produtor, seja ele pequeno, médio ou grande”.

“No agronegócio, é preciso haver uma relação equilibrada entre o produtor e o intermediário. Se o intermediário não se interessa pelas dores do produtor, vai faltar produto. E isso é ruim para todo mundo”.

“A tecnologia ajuda no ganho de produtividade e, também, no uso de melhores práticas em prol da sustentabilidade”.

“Muitas vezes, o produtor não utiliza mudas clonadas por conta da desinformação. Mudas clonadas elevam produtividade, reduzem custo e o impacto da poluição provocada pelos defensivos. Foram geneticamente estruturadas para produzir melhor. O fato é que a tecnologia ajuda no alcance da sustentabilidade ambiental, econômica e social”.

“Minas é um mini Brasil. Aqui se produz de tudo – soja, algodão, milho, frutas. Aqui tem o clima do nordeste; do sul, do centro-oeste”.

“Minas Gerais funciona, do ponto de vista da atuação da NovoAgro, como um laboratório do agronegócio. Depois da aprovação local, é natural a ampliação em direção ao global”.

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Radar Agtech Brasil 2020/2021, elaborado em parceria entre a Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens Research and Consulting, com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aponta que o País já conta com 1.574 startups atuando no agronegócio – as agtechs.

O documento mapeou um número de startups ativas 40% maior em comparação ao Radar Agtech Brasil 2019, mesmo em um ano de pandemia.

No total, são 449 startups a mais em relação à pesquisa anterior ou, se contarmos o numero de dias desde o primeiro caso de Covid-19 (454) no Brasil, praticamente uma nova agtech por dia.

O estado de São Paulo mantém a liderança em quantidade de agtechs, com 48% do total, mas a Região Nordeste foi onde o estudo encontrou o maior número de novos empreendedores, em comparação com a edição de 2019.

A nova versão do Radar Agtech Brasil, que será lançada em 28 maio, também identificou 78 instituições que investiram e apoiaram o empreendedorismo de startups do setor agropecuário no Brasil, possibilitando o acesso a oportunidades de incubação, aceleração e investimentos.

Essa informação é crucial para que as startups consigam obter recursos e capital para atingir suas metas de crescimento. Além disso, foi explicitado quais são as 223 agtechs nacionais beneficiadas pelas instituições que aportaram recursos financeiros e/ou de gestão, com destaque para a Região Sudeste, sendo que 62% delas estão no estado de São Paulo.

O mapeamento atualizado das startups traz o panorama nacional das empresas de base tecnológica para o agronegócio, contribuindo para dar maior visibilidade ao ecossistema de empreendedorismo e apoiar as políticas públicas.

A nova edição apresenta uma análise sobre os efeitos da pandemia nesse mercado. Conta também com um resumo em inglês que ressalta os principais resultados do mapeamento, com o perfil das agtechs e informações sobre os principais investidores dessas startups.

Além disso, o estudo avalia novas possibilidades no contexto da cooperação técnico-científica e complementaridades entre Brasil e China no mercado agroalimentar e na inovação e empreendedorismo agrícola.

Os chineses ocupam o segundo lugar entre os principais ecossistemas empreendedores mundiais, conforme o relatório Global Startup Ecosystem Report 2020 (GSER), da Startup Genome.

Na seção sobre o panorama do ecossistema de inovação, o estudo indica perspectivas tecnológicas, destacando ainda os programas de relacionamento com startups, especialmente as iniciativas desenvolvidas pela Embrapa.

Outras duas seções apontam as expectativas brasileiras frente ao comportamento global de venture capital com foco em agtechs, relacionadas a potenciais impactos positivos e riscos associados a suas operações.

A disponibilização dos dados do Radar Agtech Brasil 2020/2021 aos usuários do site, por meio de mapa e gráficos interativos, constitui uma plataforma de BI (Business Intelligence) que passou a ser fornecida a partir deste ano.

“Isso permite ao usuário visualizar e localizar de maneira fácil e rápida uma startup de seu interesse, além de permitir uma visão panorâmica de todo o conjunto de dados levantados e analisados”, afirma o chefe de P&D da Embrapa Instrumentação, José Marconcini.

As agtechs em números

O Radar Agtech Brasil 2020/2021 identifica investidores e detalha as startups por segmento de atuação, categoria – antes, dentro e depois da porteira – e por distribuição geográfica. As informações sobre localização, site e contato das empresas também estão organizadas.

O novo levantamento aponta que o estado de São Paulo continua liderando com 48% das agtechs. A capital paulista, classificada como o 18º ecossistema de startups do mundo, segundo estudo de 2020 da StartupBlink, contribui com 22% do total das agtechs mapeadas.

Com 345 startups, a cidade de São Paulo é seguida de Piracicaba (60), Curitiba (59), Rio de Janeiro (54), Campinas (48), Porto Alegre (42), Belo Horizonte (40), Ribeirão Preto (39), Florianópolis (36) e Londrina (28) que, juntas, concentram 47,7% do total de agtechs.

O percentual por regiões ficou o seguinte: Sudeste, 62,4% (983); Sul, 25,2% (397); Centro-Oeste, 6,1% (96); Nordeste, 4,6% (72); e Norte, 1,7% (26), representando um aumento no número mapeado de 84,6% das agtechs nordestinas e de 53% no número de startups da Região Norte em comparação com o Radar Agtech Brasil 2019.

Além disso, os cinco estados com mais startups do agro são: São Paulo (757), Paraná (151), Minas Gerais (143), Rio Grande do Sul (124) e Santa Catarina (122).

O estudo mostra ainda que a maioria das startups que atuam antes da fazenda está voltada à área de Fertilizantes, Inoculantes e Nutrição Vegetal. Dentro da porteira o destaque é para Sistemas de gestão de propriedade rural e, depois da fazenda, para Alimentos inovadores e novas tendências alimentares, diz a coordenadora do trabalho na Embrapa, Shalon Silva, supervisora de Ambientes, Redes e Iniciativas da Secretaria de Inovação e Negócios (SIN).

O quadro geral com as cinco principais áreas de atuação das agtechs nos segmentos antes, dentro e depois da fazenda ficou assim: Fertilizantes, Inoculantes e Nutrição Vegetal (46); Crédito, permuta, seguro, créditos de carbono e análise fiduciária (42); Análise laboratorial (33); Sementes, mudas e genômica vegetal (24); e Nutrição e saúde animal (19).

Dentro da fazenda são: Sistema de gestão de propriedade rural (154); Plataforma integradora de sistemas, soluções e dados (111); Drones, máquinas e equipamentos (79); Sensoriamento remoto, diagnóstico e monitoramento por imagens (70) e Conteúdo, educação, mídia social (58). E depois da porteira as categorias são: Alimentos inovadores e novas tendências alimentares (293); Marketplaces e plataformas de negociação e venda de produtos agropecuários (100); Armazenamento, infraestrutura e logística (57); Mercearia on-line (45); Restaurantes on-line e kit de refeições (39).

Segundo Silva, além do método ativo de busca, a metodologia foi aperfeiçoada para mostrar um retrato o mais abrangente possível da realidade. “Os dados coletados na atual versão do Radar Agtech Brasil 2020/2021 proporcionam a classificação das startups em segmentos alinhados com as atualizações das tipologias internacionais e, adicionalmente, traz em seus resultados a discussão do cenário de investimentos em agtechs e foodtechs nacionais”, pontua.

O papel da pesquisa na digitalização da agricultura

Para a diretora-executiva de Inovação e Tecnologia da Embrapa, Adriana Regina Martin, o Brasil está na vanguarda da digitalização na agricultura.

“O País teve uma adoção digital que cresceu durante a pandemia. Essa realidade o coloca em uma posição diferenciada que pode facilitar as transições para a competitividade e o futuro do setor agropecuário, fomentando diferentes ferramentas para abordagens como agroecologia, bioeconomia, agricultura urbana, sistemas alimentares, agricultura vertical, smart farming (agricultura inteligente) ou agricultura digital”, avalia.

O papel do Radar Agtech Brasil 2020/2021 é dar maior visibilidade às agtechs e gerar informações que estimulem as oportunidades de negócios, buscando aproximar empreendedores, universidades e instituições de pesquisa, agricultores, pecuaristas, investidores e representantes do governo, ampliando o ecossistema de inovação aberta.

Outro intuito é facilitar a interação das startups com instituições e produtores locais, incentivando também o desenvolvimento de programas e iniciativas nas várias regiões do País.

“A Embrapa, como empresa pública de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), está ampliando suas parcerias para o desenvolvimento de novas soluções e apoiando o fortalecimento de ecossistemas de inovação com diversas organizações para gerar e disseminar resultados com soluções para agricultores e usuários finais, ou seja, para a sociedade. Dessa maneira, desenvolve conhecimento crítico e busca a complementaridade de ativos com esses atores do ecossistema – startups e investidores – dando ênfase à sustentabilidade e proteção dos interesses nacionais para continuar fortalecendo a proeminência do Brasil no agronegócio mundial”, afirma a diretora.

Cultura de inovação

Na visão da chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária (SP), Silvia Massruhá, o Radar Agtech Brasil 2020/2021 busca impulsionar ainda mais esse setor para ampliar o desenvolvimento e a disseminação de soluções digitais para o agronegócio, contribuindo com o avanço da agricultura digital. Além do mapeamento, a Unidade tem atuado em diversas iniciativas de apoio às agtechs.

Entre os vários programas de aceleração que a Embrapa participa, a Unidade promove, em parceria com a Venture Hub, o TechStart Agro Digital. O programa já graduou 11 startups no primeiro ciclo e desenvolve a segunda rodada, com a participação de nove agtechs.

O sócio da Homo Ludens Luiz Ojima Sakuda, um dos coordenadores do estudo, destaca que, como em outros setores, a transformação digital foi acelerada no campo e esse interesse maior dos produtores rurais pelas soluções tecnológicas representa um grande ganho também para as startups.

“Os dados do Radar Agtech Brasil 2020/2021 mostram que, apesar de ainda haver a liderança dos centros tradicionais, a cultura de empreendedorismo e inovação está chegando com força a novos locais. Identificamos 316 cidades com agtechs, sendo que 26 cidades possuem um ecossistema com 10 ou mais agtechs”, ressalta Sakuda. Ele acredita que existe um potencial tecnológico que pode ter forte impacto positivo no setor do agro, se houver mais oportunidades de colaboração e investimentos voltados para esse ecossistema.

Para Murilo Vallota Gonçalves, associado da SP Ventures, o mapeamento também auxilia as startups a se prepararem melhor para atuar no mercado, com informações relevantes tanto para essas empresas quanto para os investidores. Além de destacar o aumento na procura por soluções digitais, ele aponta um movimento de maior consciência econômica, social e ambiental na sociedade brasileira.

Gonçalves adianta que outras análises do Radar Agtech Brasil 2020/2021 serão produzidas ao longo do ano, em especial com relação aos impactos ESG (Ambiental, Social e Governança, sigla em inglês) gerados pelas empresas; não só os socioambientais, mas também sob a visão de gestão do negócio. “Queremos ajudar as startups a entenderem melhor esse conceito para que possam se diferenciar e propor soluções mais criativas”, salienta.

Um exemplo de startup que vem se beneficiando dessas iniciativas é a OnFarm, finalista do programa Ideas for Milk, coordenado pela Embrapa Gado de Leite (MG). “A participação no programa da Embrapa foi muito importante para a nossa trajetória. Em agosto de 2018, ainda estávamos engatinhando quando fomos convidados para participar do Ideas For Milk. Ficamos em primeiro lugar e isso nos deu visibilidade, ajudando na negociação com fundos de investimento”, conta o CEO da On Farm, Laerte Dagher Cassoli.

A startup, além de ter recebido recursos financeiros da empresa 10b, investidor parceiro da iniciativa Pontes para Inovação, também da Embrapa, foi convidada pelo programa de Aceleração da Plug and Play China e para negociações com investidores daquele país.

Representantes da OnFarm participaram do Brazil AgTech Roadshow, evento on-line de lançamento do Programa de Promoção Tecnológica de Agritechs que teve uma sessão especial de apresentação (pitches) de cinco startups nacionais selecionadas em processo de múltiplas rodadas.

Acesse o Radar Agtech Brasil 2020/2021

O que são agtechs?

O termo agtech surgiu nos Estados Unidos para denominar empresas que promovem inovações no setor do agronegócio a partir de novas tecnologias aplicadas ao campo. Entre elas, figuram:

  • Softwares para o setor;
  • Iniciativas voltadas para a criação de alternativas energéticas;
  • Aproveitamento de resíduos;
  • Controle ambiental;
  • Monitoramento;
  • Biotecnologia e sementes, entre outras.
  • Lançamento do Radar Agtech será aberto ao público

A live de lançamento do Radar Agtech Brasil 2020-2021 será realizada no dia 28 de maio, das 10h às 11h30 (horário de Brasília), no canal da Embrapa no YouTube, com a presença de dirigentes da Embrapa, autoridades e representantes do setor produtivo, instituições de pesquisa e ensino públicas e privadas, entre outros players do agronegócio brasileiro.

CONTATO

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